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O massacre institucionalizado e perpetuado pelo Estado



foto: Intercept Brasil


Por: Victor Hugo Bosio - Presidente da Associação Sonho Verde Brasil - ASVB


Há décadas a sociedade sofre com a falta de respeito por parte do Estado. Às vezes a constituição mais parece uma peça literária, um livro qualquer que tem sido utilizado em benefício dos representantes do povo, que só representam seus próprio interesses. A maioria da população sofre de doenças físicas neurológicas ou de diferentes transtornos mentais. A maioria desses problemas ocasionados por má alimentação, situação social ou stress da vida cotidiana, entre outros. E com certeza a falta de atendimento e a impossibilidade de tratamento, dever e obrigação do Estado, que além de se omitir, barra qualquer possibilidade de se buscar tratamentos naturais para melhorar sua qualidade de vida.


A ciência já não tem dúvidas das diferentes opções de tratamentos disponíveis na atualidade. Tem o exato conhecimento de cada uma das opções para tratar diferentes doenças. Mas o dinheiro fala mais alto e a ciência hoje atende aos grandes interesses econômicos e não mais à humanidade.


Este conjunto de políticas e situações estão acometendo a vida da maioria dos cidadãos. Não são apenas as crianças autistas, mas os jovens, os adultos e os anciões estão sendo privados de qualidade de vida. Pessoas que sofrem diariamente sem nenhuma necessidade, já que temos tratamentos alternativos que oferecem melhores resultados.


A Guerra às Drogas, que na verdade, ao longo das décadas se converteu na Guerra aos Pobres, Negros, Periféricos, parece ter como seu principal oponente uma planta chamada Cannabis, conhecida como Maconha. Uma planta milenar, perfeita na sua composição natural, capaz de melhorar sintomas ou até mesmo curar uma grande variedade de doenças, além de oferecer alívio à dor nos casos de doenças terminais.


A ciência luta contra si mesma tentando desacreditar os estudos e tratamentos feitos com a Cannabis. Por questões meramente comerciais, sem considerar os resultados obtidos há tanto tempo por essa medicina, das milhares de testemunhas que relataram a imensa diferença ao se tratarem com Cannabis.


A própria medicina reconhece a falha de seus remédios opióides, pois cura o rim mas adoece o estômago, cura o estômago e acaba com o fígado e assim vai. E o pior é que estudos mostram que crianças autistas tratadas com opióides durante alguns anos são propensas a desenvolver Síndrome de Tourette ou Síndrome de Asperger, dano colateral grave produzido pelo opióide que, ao barrar a comunicação entre os neuroreceptores, os atrofia causando esse resultado.


Como explicar a uma mãe de criança autista que o legalmente permitido acabará danificando o seu filho? A ciência nasceu da natureza, não a natureza da ciência. A ciência tem que estudar a natureza, não proibi-la. Também a ciência necessita de controle, pois foi a ciência que criou os manicômios e os tratamentos de choque.


O direito à vida é um direito de todos. O direito à saúde e à qualidade de vida também é. A liberdade para escolher o que é melhor para nós mesmos é necessária quando há a disponibilidade de tratamentos mais eficazes, menos agressivos, mais naturais e muito mais baratos, possibilitando o acesso de todos não apenas a saúde mas à possibilidade de cultivar sua própria medicina.

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